Perda de libido – em homens e mulheres

Um belo dia você acorda e não está mais afim de fazer sexo. Se você não é um adolescente com hormônios a flor da pele, já deve ter passado por isso. Mentalmente e fisicamente, a perda da libido é algo que acontece gradualmente com o tempo e algumas vezes, acontece por problemas de saúde ou emocionais. De qualquer forma, isso pode acabar com um relacionamento ou nem mesmo o prazer da masturbação te chama atenção.

A maioria dos homens e mulheres tem a impressão de que a perda de libido tem a ver com disfunção erétil. Mas quer saber de uma coisa? Nem todo o viagra do mundo faria efeito se o homem não estiver afim. Primeiro que ele morreria antes de overdose, mas depois, ele TEM que estar com a cabeça “naquilo” para ter vontade de transar. O remédio só serve para iniciar quimicamente ou prolongar o processo. Começar de verdade é outra história. Se o problema é psicológico, então é algo para ser tratado de forma diferente.

E como essa libido é perdida? Alguns homens simplesmente ficam entediados. Não há novidades. Eles ficam sobrecarregados com o stress do dia a dia e se esquecem de flertar e “brincar” com suas parceiras. No final, a parceira acaba se tornando mais uma pressão para lidar do que uma fonte de aproveitamento e prazer no que diz respeito ao sexo. É esquecido o por que se sentiu atraído no começo. Já as mulheres costumam se desassociar de seus homens. Elas se tornam nervosas e amargas emocionalmente e até projetam essa raiva fisicamente em seus parceiros quando o assunto é sexo. Essa raiva não as deixa relaxar e aproveitar a experiência sexual, pois seu corpo está tenso e rígido perante o homem e isso faz com que ele pense que está sendo rejeitado. Daí começa o ciclo de insatisfação de ambos.

A perda de cabelo, estar acima do peso ou não ter aquele corpo que deseja pode levar a sérios problemas com o ego tanto para a mulher, quanto para o homem. Não dá para relaxar e curtir se você está constantemente se preocupando com a aparência. Outros problemas de saúde diversos também podem fazer uma pessoa sofrer de perda de apetite sexual, o que pode ser temporário, mas quando o tempo passa e não fazer sexo se torna um hábito, nasce um problema.

E aí? O que fazer? Procuro o Luciano Huck!? Não precisa. Veja abaixo algumas dicas que podem te ajudar:

Como recuperar sua libido:

Exercite-se – Comece a suar e a entrar em forma. Quanto mais em forma, mais hormônios serão produzidos e mais a libido irá entrar em ação.

Saia com seu parceiro – Saia com outros casais ou só vocês dois. Lembre-se do por que você se apaixonou para começar. Se arrume bem e faça esforço um com o outro. Saia da rotina e pare de fazer sempre a mesma coisa de sempre. Lembre-se de tentar fazer algo especial para seu parceiro. Mantenha-se positivo.

Faça carinhos quentes fora da cama – Uma amasso aqui, um toque ali… Isso fará com que o calor entre vocês aumente e trará de volta aquele tesão sumido, mesmo que o carinho só dure segundos. Seu parceiro gostará e você também!

Não faça do sexo somente o ato ou a ejaculação – Nunca comece pelos órgãos genitais. Procure outras zonas erógenas e se provoquem. Então quando os dois estiverem bem quentes, Hora de atacar! Apenas não se apresse antes do tempo.

Seja aberto sobre o que quer – Discuta suas vontades, suas fantasias. Não espere até ter outro parceiro. Faça o que tem vontade com seu parceiro assim que puder !

No mais, há filmes, revistas e livros e até outros posts como esse em vários lugares na internet. Seja corajoso! Você só vive uma vez, então viva ao máximo! Se estas dicas não te ajudam ou não ajudaram, não tenha medo de se consultar com um especialista no assunto como um sexólogo por exemplo. Por quê passar o resto de seus dias insatisfeito? Por que não tentar trabalhar em algo que pode lhe propiciar prazer e satisfação e até alegria? A escolha é sua. Perda de libido não é o fim do mundo, mas a perda de um relacionamento e de um amor já é outra história, não é mesmo?

Relacionamento sério

Tem gente que tem medo de ter um “relacionamento sério”, como se essa nomenclatura acabasse com tudo o que ele tem em relação a liberdade, a poder sair com amigos(as) , privacidade, etc. Ter um relacionamento sério pode ser tão gostoso ou até melhor que uma simples pegação do dia a dia.

Numa conversa com um amigo, ele falou uma coisa interessante sobre homens que só ficam na pegação e correm de namoro. Na verdade o comentário dele relacionou-se a sexo: “Homem que não namora e só fica na pegação deve ser um bosta na cama. Só depois que o sujeito se relaciona um tempo com uma menina e tem uma intimidade com ela que ele passa a dar mais prazer para a mulher, por que até então, ele só está preocupado com ele.”

Eu concordo em partes. Acho que ter um relacionamento íntimo com alguém te faz aprender muitas coisas, inclusive em relação ao sexo. Mesmo que os dois saibam pouco, as experiências que vão tendo com o tempo servem de um bom aprendizado. No entanto acho que todos nós gostamos de ouvir um elogio e fazer algo bem feito para possivelmente ter mais depois é algo muito bem vindo.

Mas e o outro lado da coisa? E quando a pessoa não quer saber nem de se relacionar sério com alguém nem de pegação? Existe um grupo de pessoas que foca apenas em sua carreira ou em viver sua vida com viagens e momentos sem se relacionar com alguém e são muito felizes obrigado. Quem sabe tenham até mais felicidade do que quem, em muitos casos, empurra um relacionamento com a barriga por que já está acostumado. É preciso um ato de extrema coragem para acabar com algo que já não faz bem a ambos, porém já dura por anos. Muita coragem ou muita burrice já que muita gente ao invés de conversar com a pessoa a fim de melhorar a relação ou tentar terminar, recorre a uma traição.

No fim, o que cada um deveria fazer é cuidar da sua vida e tentar sempre fazer o que a faz feliz. Seja com alguém, seja sozinho.

A melhor história sobre um vibrador que já li

O legal de se escrever algo na internet é que provavelmente o conteúdo estará lá, mesmo passado muito tempo. O problema é dar créditos ao criador, mas aí já é outra história.

Abaixo, veja a história de uma pessoa que resolveu aumentar seu prazer e acabou se dando mal, contada de uma forma hilária:

Vibrador ecologicamente correto transforma prazer em terror em Maringá

Um homem solitário. Um filme pornô. E uma abobrinha. Esses três itens, aparentemente sem nenhuma, ou pouca, conexão, se tornaram personagens de uma história inusitada em Maringá nesta semana. E que acabou em uma cirurgia de emergência.

O homem de 63 anos estava em casa, alta madrugada de uma terça-feira sem graça, e decidiu assistir a um filme pornográfico. Entusiasmado com as performances dos atores, resolveu inserir um pouco mais de prazer em sua vida. Na falta de um consolo, revirou a despensa e reparou que, nas formas inocentes de uma abobrinha, havia um instrumento erótico em potencial.

Voltou à sala, o sexo correndo solto no DVD. Excitado, sacou da fruta (sim, é uma fruta) e introduziu seu vibrador ecologicamente correto no ânus. Triste destino o do vegetal, que escapou da panela para cair diretamente no fogo de uma paixão proibida.

O prazer se transforma em medo. Desconhecendo o poder de sucção de seu próprio reto, o homem se vê às voltas com uma abobrinha entalada e que não quer mais sair. Desesperado, tenta arrancar a fruta cilíndrica a todo custo – e quebra a dita ao meio. Um pedaço de tamanho considerável teimosamente se aloja no âmago do homem, cuja excitação inicial deu lugar a um terror incontrolável.

Às favas com a privacidade. Para salvar o próprio traseiro, é preciso colocá-lo na reta. Encaminha-se ao hospital, diz que há um objeto estranho em seu ânus. Enrola para dizer o que é e como foi parar lá dentro. Os médicos alertam que qualquer tipo de intervenção tem risco redobrado se eles não souberem exatamente o que aconteceu, e como. Pedem que o homem se acalme e sente para contar detalhadamente seu caso. Ele permanece em pé e se rende às argumentações dos especialistas. Conta tudo, afogueadamente, mas falando baixinho.

É um caso sério. Guias são preenchidas, exames são solicitados. Um raio-X descortina o renitente pedaço de abobrinha no interior do homem, a prova de um impossível caso de amor entre dois espécimes de reinos distintos. Aturdidos, os médicos decidem que é um caso de cirurgia. E de urgência.

O procedimento é realizado, o SUS – esse instituto tão criticado e vilipendiado – custeia a devolução da dignidade ao maringaense incauto. Aquele pedaço de mau caminho foi definitivamente retirado da vida dele.

Autor: Clóvis Auguto de Melo

Fonte

É ou não é uma das melhores narrativas que você já leu!?

O Kamasutra e as posições sexuais que ninguém usa

Em algum lugar, você já deve ter lido ou ouvido falar sobre o famoso Kamasutra e suas várias posições sexuais e dicas diferentes para você praticar na hora de fazer sexo. Geralmente com nomes bem criativos, as posições tentam fazer com que o prazer seja elevado ou prolongado, mas na minha humilde opinião, é tudo uma perda de tempo.

Se você não for um ator/atriz pornô, suas posições sexuais raramente vão fugir dos quatro tipos básicos: papai e mamãe, mulher de quatro, mulher por cima ou de lado. Qualquer coisa diferente disso é meramente uma perna em local diferente, uma viradinha a mais pro lado ou uma superfície diferente de uma cama. Quem tem o Kamasutra na cabeça e se acha um Deus do sexo deve fazer sexo mais com sua mão do que com outra pessoa na verdade, já que o importante é lidar com cada parceiro(a) de forma única, e não genérica.

Em primeiro lugar, quero salientar que quem gosta de experimentar coisas novas tem meu total apoio. Se seu parceiro ou parceira topar umas coisas novas, isso é ótimo! Porem só tome cuidado para não causar em si mesmo ou na outra pessoa um machucado ao se contorcer demais! E em segundo, a perda de tempo ao qual me referi implica em querer inventar moda demais sem necessidade.

Numa rápida pesquisa eu encontrei um vídeo com várias posições diferentes. Assista e me diga se simplesmente não são variações (muitas vezes desconfortáveis) do que você já deve estar acostumado:

No fim das contas, vale mais o conforto (preferencialmente de ambos), do que querer fazer bonito.

O poder é delas

Como homem eu me sinto feliz nesse mundo em que vivemos. A cobrança é enorme de todos os lados, principalmente quando já se tem 30 anos de idade, porém ainda sim é mais tranquilo viver dia após dia como um homem do que como uma mulher. E longe de mim querer dizer isso como se fosse um machista! Mesmo que para nós, homens, já se espera um carro ou um apartamento ou uma boa formação, da mulher espera-se isso e talvez até mais. Na verdade, espera-se outra coisa. Com 30 já espera-se dela um marido ou filhos. Não me culpe se este é um pensamento retrógrado, pois muita gente ainda tem este pensamento. A geração de nossos pais não está tão longe assim.

As vezes costumo dizer que somos uma somatória de eventos dentro e fora de casa. Tudo o que você viveu até agora torna você a pessoa que você é hoje. E você sabe dizer que tipo de pessoa esteve mais presente na sua vida? Foram seus pais? Foram seus amigos ou foram seus professores? E dentro deste grupo, a maioria das pessoas foram formadas por mulheres ou por homens? Quem mais te ouviu e deu conselhos? Quem mais te ajudou com problemas ou mesmo te causou problemas até aqui?

Pra mim a resposta é fácil: estive rodeado de muito mais mulheres do que homens. Isso não me tornou homossexual nem tampouco um predador voraz atrás de um “rabo de saia” em qualquer esquina. Isso me tornou alguém que vê claramente o papel importante que uma mulher tem em meio à um mundo em que tudo é feito em prol dos homens.

No fim, somos muito mais dependentes delas do que imaginamos. E quando vejo um casal feliz e bem sucedido, troco o “atrás” pelo ” ao lado” e penso: ao lado de um homem bem sucedido, existe uma ótima parceira.